Quando escrevo sinto a vida asfixiando a morte!



Marluce Freire Nascasbez


Charme? Caráter? Fosse o que fosse, ela tinha isso.


Virginia Woolf



sábado, 9 de abril de 2011

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Às vezes sinto-me uma borboleta
 Que não conheceu jardim algum...

E numa redoma de vidro, esvoaça uma flor de plástico!




Marluce Freire Nascasbez


9 comentários:

  1. Marluce,
    As redomas protegem, mas inibem a frescura da brisa...

    beijo :)

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  2. Olá Marluce,
    Essa sensação de que nos falta algo é que nos permite sonhar, ver além das cercas das possibilidades.
    Bj

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  3. Incrivel como você me lê, Marluce.

    Meu estado de espirito tem sido esse...


    Um beijo, minha amiga querida!

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  4. amiga lindo sentir en tus letras mas uma verdade que pasa en algum momento en nossa vida... esa falta se presenta alguma vez mais e ela que nos faz crecer e superar...belo

    saludos
    otima semana
    abracos

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  5. Quebrem-se as redomas de vidro
    para que as borboletas conheçam as flores.
    Tenho visto borboletas aprisionadas em redomas pequenas, e isso me parte o coração.
    Sofro

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  6. É que borboletas nunca se saciam das flores.
    Eu sou uma delas!!!

    abçs

    Betha

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  7. Quien no se ha sentido mariposa? esperando encontrar el jardín donde quedarse?
    Esa sensación nos ha permitido volar, soñar…

    Un enorme beso

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  8. A redoma é o cobertor onde escondemos nossa cabeça, aí tudo fica tão escuro eesquecemos que o jardim está dentro de cada um de nós, basta querer a metamorfose novamente e sentir todas as flores...
    Bju

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