Quando escrevo sinto a vida asfixiando a morte!



Marluce Freire Nascasbez


Charme? Caráter? Fosse o que fosse, ela tinha isso.


Virginia Woolf



domingo, 29 de novembro de 2009

A manjedoura dos anos 2009...


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Em dezembro nasce um outro filho de Deus
E o jumento com a mesma missão...

Uma manjeudoura quase igual a de Jesus!

Outros Josés,
Outras Marias,
Outros Jesus!


E os Herodes?
Difarçados em outros figurinos...
Quase sempre, com os mesmos objetivos!


E os Reis Magos Senhor,
Ainda visitam Jesus!

E a Estrela Guia, graças a Deus ainda guia,
Nos homens de bem,
Que acreditam que o bem prevalecerá!
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Foto e poema: Marluce Freire Nascasbez



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quinta-feira, 26 de novembro de 2009

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Cecília Meireles em Veredas, por Marluce
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Aprendi com a primavera; a deixar-me cortar e voltar sempre inteira.


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quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Cá entre nós...


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O pôr-do-sol nosso de cada dia!








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Foto: Marluce Freire Nascasbez
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Foto: Elizangela Medeiros em Veredas por Marluce
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O amor
É tão leve,
Tão terno,
Tão sublime
Que os lábios do amante,
Mesmo mudos
Dizem
Eu te amo!



Marluce Freire Nascasbez
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domingo, 15 de novembro de 2009

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Foto: Marluce Freire Nascasbez



"(...) Aqueles que têm
O desejo ardente de se igualar
À beleza das flores,
Possuem corações
Que a elas se assemelham".
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Em: " A beleza da flor", de Mokiti Okada

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Inclinações musicais

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Eu e Geraldo Azevedo em Veredas, por Marluce

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Inclinações Musicais

Composição: Geraldo Azevedo e Renato Rocha
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Quem inventou o amor
Teve certamente inclinações musicais

Quantas canções parecidas
E tão desiguais
Como as coisas da vida
Coisas que são parecidas
Feito impressões digitais
No violão esta mesma subida
Na voz a rima de sempre
Coração essa mesma batida
Que bate tão diferente
Quando acontece na gente
O mesmo amor
É um amor diferente demais
Quem inventou o amor
Teve certamente inclinações musicais
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sexta-feira, 13 de novembro de 2009

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Há quem fale com segurança
E só diz a verdade, e há quem se humilhe maliciosamente, cujo coração está cheio de embuste. Há quem se rebaixe com excesso em profunda humilhação, e quem abaixe a cabeça, fingindo não ver o que está oculto. Se a fraqueza o impede de cometer o mal, não deixará de pecar, logo que houver ocasião.

Eclo
19,23-25

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Paulo José Cunha em Veredas por Marluce



“Versos nunca viram pó,
Todo verso vira pólen.”



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quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Saudade sempre-viva

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Como a sempre-viva
Também vive uma flor dentro de mim
Viva, sempre...
Conhecida como saudade!



Marluce Freire Nascasbez
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Foto:Kirkotinha em Veredas por Marluce

http://www.flickr.com/photos/ericamoura/2910256603/

Érica Moura

"Das agressões que sofrem os lares"!

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Senhor,
Invadiram o meu lar,
Que covardia!

Senti meu lar como um jardim ao relento
Sem sol,
Sem lua,
Sem rosa!

Roubaram-me a última lua,
O último sol,
A última rosa do meu jardim...

Desesperada,
Catei as pétalas da rosa pisada,
Unindo uma a uma as pétalas, tentando refazer a rosa...



Nesses momentos sempre esquecemos que temos sementes guardadas...



Às vezes, sinto-me como uma simples murada que mais cerca o jardim do que o proteje. Mas sempre vou estar ali, mesmo aparetemente frágil, vou estar! Sou como os cães velhos que nem latem nem mordem mas rosnam defendendo o lar dos que eles amam!


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Marluce Freire Nascasbez

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Catedral Metropolitana de Brasília

A Catedral em reforma!!!
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E nos vitrais da Catedral Metropolitana de Brasília,


"Acho que vi um gatinho"!




Há um gatinho nos vitrais!!!!

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Fotos: Marluce Freire Nascasbez