quarta-feira, 30 de março de 2011
terça-feira, 29 de março de 2011
Só poesia!
.
Só para dar meu adeus ao admirável cidadão, José Alencar
Admiro os resistentes,
os que fizeram do verbo “resistir” carne, suor, sangue,
e demonstraram sem espaventos
que é possível viver,
mas viver de pé,
mesmo nos piores momentos.
[Luis Sepúlveda]
os que fizeram do verbo “resistir” carne, suor, sangue,
e demonstraram sem espaventos
que é possível viver,
mas viver de pé,
mesmo nos piores momentos.
[Luis Sepúlveda]
.
Não tenho medo da morte. Não sei o que é a morte."
José Alencar
..
"A vida é luta renhida,
que aos fracos abate,
e aos fortes,
só faz exaltar."
que aos fracos abate,
e aos fortes,
só faz exaltar."
Gonçalves Dias ou José Alencar
.
.
sexta-feira, 25 de março de 2011
Na gaveta
.
.
.Salvador Dali
.
.
Em minha gaveta
Há botões que nunca desabrocham...
Linhas inimagináveis!
Agulha(da)s que ferida... feri!
Fitas também, que envolveram presentes... já passados!
Alfinetes que me apontam a direção...
Zíper que às vezes aberto, muitas vezes, fechado...
Uma fita métrica bem surrada, com ela vou aprendendo a dimensão das coisas... das pessoas... (inclusive de mim...)
Tenho uma gaveta cheinha, uma porção de coisas...
Coisas que na faxina, para limpar a gaveta, esvaziá-la, para preenchê-la,
Há sempre
Uma teia desfeita,
E uma aranha morta!
.
.
.
.
Marluce Freire Nascasbez.
Em minha gaveta
Há botões que nunca desabrocham...
Linhas inimagináveis!
Agulha(da)s que ferida... feri!
Fitas também, que envolveram presentes... já passados!
Alfinetes que me apontam a direção...
Zíper que às vezes aberto, muitas vezes, fechado...
Uma fita métrica bem surrada, com ela vou aprendendo a dimensão das coisas... das pessoas... (inclusive de mim...)
Tenho uma gaveta cheinha, uma porção de coisas...
Coisas que na faxina, para limpar a gaveta, esvaziá-la, para preenchê-la,
Há sempre
Uma teia desfeita,
E uma aranha morta!
.
.
.
.
Marluce Freire Nascasbez.
.
.
Assinar:
Postagens (Atom)

