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Paulo José Cunha em Veredas por Marluce
“Versos nunca viram pó,
Todo verso vira pólen.”
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sexta-feira, 13 de novembro de 2009
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Saudade sempre-viva
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Como a sempre-viva
Também vive uma flor dentro de mim
Viva, sempre...
Conhecida como saudade!
Marluce Freire Nascasbez
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Foto:Kirkotinha em Veredas por Marluce
http://www.flickr.com/photos/ericamoura/2910256603/
Érica Moura
"Das agressões que sofrem os lares"!
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Senhor,
Invadiram o meu lar,
Que covardia!
Senti meu lar como um jardim ao relento
Sem sol,
Sem lua,
Sem rosa!
Roubaram-me a última lua,
O último sol,
A última rosa do meu jardim...
Desesperada,
Catei as pétalas da rosa pisada,
Unindo uma a uma as pétalas, tentando refazer a rosa...
Nesses momentos sempre esquecemos que temos sementes guardadas...
Às vezes, sinto-me como uma simples murada que mais cerca o jardim do que o proteje. Mas sempre vou estar ali, mesmo aparetemente frágil, vou estar! Sou como os cães velhos que nem latem nem mordem mas rosnam defendendo o lar dos que eles amam!
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Marluce Freire Nascasbez
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Senhor,
Invadiram o meu lar,
Que covardia!
Senti meu lar como um jardim ao relento
Sem sol,
Sem lua,
Sem rosa!
Roubaram-me a última lua,
O último sol,
A última rosa do meu jardim...
Desesperada,
Catei as pétalas da rosa pisada,
Unindo uma a uma as pétalas, tentando refazer a rosa...
Nesses momentos sempre esquecemos que temos sementes guardadas...
Às vezes, sinto-me como uma simples murada que mais cerca o jardim do que o proteje. Mas sempre vou estar ali, mesmo aparetemente frágil, vou estar! Sou como os cães velhos que nem latem nem mordem mas rosnam defendendo o lar dos que eles amam!
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Marluce Freire Nascasbez
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Catedral Metropolitana de Brasília
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